Ciências Sociais e Fé: incompatíveis ou complementares?

Sabemos que o surgimento das ciências sociais no século XIX/ século XX, vem associado a vários filósofos, nomeadamente Durkheim, Weber, Marx, Comte, que, em virtude das mudanças sociais e questionamentos mais frequentes, consideraram que estas deveriam gozar da mesma verificabilidade que as chamadas ciências “exatas”. Também a Doutrina Social da Igreja (DSI), com Leão XIII e a Encíclica “Rerum Novarum” surge como forma de resposta a mudanças e situações sociais novas no mundo, nomeadamente a revolução industrial. O Papa Francisco e a sua vertente social e ecológica não é mais do que um corolário desta doutrina.

Como “terceira via” ao comunismo e ao liberalismo selvagem, surge então o humanismo cristão. Têm estes ensinamentos a finalidade de fixar princípios, critérios e diretrizes gerais no que toca à organização política e social dos povos e nações. Trata-se de um convite à ação. A finalidade da DSI é, em suma, “levar os homens a corresponderem, com o auxílio também da reflexão racional e das ciências humanas, à sua vocação de construtores responsáveis da sociedade terrena” (João Paulo II, Sollicitudo Rei Socialis, 1987).

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